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segunda-feira, outubro 24, 2011

Esperança no Meio da Crise

Esperança no meio da crise by compartilhandopalavras

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Esperança no Meio da Crise

Efésios 3.16-20

Introdução

Numa conversa em casa minha mãe me perguntou: Como a religião nos prepara para suportar as pancadas da vida? Na hora a minha resposta limitou-se ao lugar comum, a repetir aquelas expressões que ouço desde que comecei a frequentar a igreja: Deus é bom, ele nos protege, espera milagres, etc. Todas estas afirmações são corretas, mas eu não fiquei satisfeito e continuei pensando sobre o assunto.

Alguns dias mais tarde, pensei sobre a fé em Deus e na importância que ela teve para me ajudar a superar as dificuldades da vida, que não foram poucas. Cheguei à conclusão de que é o relacionamento com Deus que faz toda a diferença na hora em que a tempestade chega com força.

O texto de Efésios 3.16-20 sempre me vem à mente nas horas difíceis. Ao estuda-lo podemos ver o quanto o relacionamento com Deus pode nos ajudar a encontrar esperança, mesmo no meio de uma grande crise.

Para facilitar o entendimento da mensagem, dividiremos o texto em três partes:

I

"Que ele se digne, segundo a riqueza da sua glória, fortalecer a todos vocês no seu Espírito, para que o homem interior de cada um se fortifique. 17 Que ele faça Cristo habitar no coração de vocês pela fé". Efésios 3.16-17a.

Para enfrentar uma trilha difícil, é preciso estar bem alimentado. Quando alguém está fraco, à medida que o tempo passa, a força se reduz sinalizando que o corpo está sentindo falta da alimentação que não recebeu. Dependendo do preparo físico, a pessoa não conseguirá chegar ao fim do caminho e terá que voltar para receber ajuda.

A boa alimentação produz força para seguir em frente, ela torna o corpo resistente às doenças que debilitam, desanimam, roubam a energia vital e podem até matar.

Fortalecer o espírito também é importante, pois é complicado acordar, sair de casa, enfrentar o trânsito para trabalhar e pensar que o final do mês está se aproximando e que o dinheiro não será suficiente para pagar todas as contas.

O texto bíblico afirma: “segundo a riqueza da sua glória, fortalecer a todos vocês no seu Espírito, para que o homem interior de cada um se fortifique”. Quando o espírito está forte, temos condições de suportar a luta diária pela sobrevivência, para enfrentar as incertezas e as crises, que estão rondando e aparecem para causar problema e tirar a paz.

O apóstolo Paulo ressalta a fé como o ponto de partida para a nossa união com Deus. A fé nos aproxima do Pai celestial. Este contato proporciona a consciência do amor de Cristo. Conscientes deste amor, podemos cuidar do alicerce de nossa fé.

II

"Enraizados e alicerçados no amor, vocês se tornarão capazes de compreender, com todos os cristãos, qual é a largura e o comprimento, a altura e a profundidade, de conhecer o amor de Cristo, que supera qualquer conhecimento, para que vocês fiquem repletos de toda plenitude de Deus". Efésios 3.17b-18

As árvores suportam ventos fortes no momento da tempestade. Quando estão bem enraizadas elas se vergam, mas não caem. Aquelas que estão doentes, ou com o tronco comido pelos cupins, não resistem, e causam muitos prejuízos.

Casas bonitas e bem arrumadas também sofrem as consequências da falta de um alicerce profundo e são levadas pela enxurrada causada por uma chuva mais forte. Quanto mais enraizados e alicerçados estivermos em Cristo, termos mais condições para resistir no dia mau.

Este enraizamento é fruto de um relacionamento com Deus. Uma árvore não cresce de um dia para o outro, ela precisa de tempo para se desenvolver e aprofundar as suas raízes no solo.

Da mesma forma acontece na vida com Deus, se cultivamos um relacionamento com ele, na hora em que a necessidade aparecer, saberemos onde buscar. Quando estamos fortes, mesmo que as pancadas nos atinjam de forma dolorida, elas não irão nos derrubar.

As amizades se fortalecem com o tempo. Quanto mais investimos em conhecer alguém, mais chances haverá para descobrir interesses comuns, preferências, até que chegar ao ponto de entendermos o que o outro quis dizer apenas com um olhar.

Devemos nos envolver com Deus de tal forma que não sejam necessárias muitas palavras, seja para expressar os nossos sentimentos, ou para ouvir a sua doce voz.

Conhecer intelectualmente o amor de Deus não é suficiente. É necessário experimentá-lo. A partir do momento em que estamos alicerçados e enraizados no amor, podemos compreender a largura, o comprimento, a altura e a profundidade do amor de Cristo.

Estes conceitos remetem às construções que traze a ideia de uma casa onde podemos entrar e encontrar proteção e refúgio do mundo ameaçador. O lar é o nosso lugar, que transmite segurança e paz.

O Senhor nos convida a habitar em seu amor e a descobrir que a bênção que ele nos oferece, supera qualquer expectativa que possamos ter do que seja melhor.

Ao compreender esta dimensão do cuidado divino, podemos olhar as dificuldades de um novo patamar, o da esperança. Não temos a capacidade para resolver todos os problemas, mas confiamos naquele que pode cuidar daquilo que escapa ao nosso controle.

III

"Deus, por meio do seu poder que age em nós, pode realizar muito mais do que pedimos ou imaginamos; a ele seja dada a glória na Igreja e em Jesus Cristo por todas as gerações, para sempre. Amém!" Efésios 3.19-20.

Fazer muito mais é transformar o mal em bênção. Ao olhar para a minha vida posso contar muitas situações que poderiam gerar consequências terríveis, mas que me proporcionaram coisas boas, quando foram colocadas na perspectiva do amor divino.

Em alguns momentos difíceis, eu achei que estava sozinho, mas ao analisar todos os fatos, percebo o quanto fui ajudado por pessoas que estiveram ao meu lado e me ampararam. Elas representaram a presença de Deus me consolando e renovando as forças.

Estas bênçãos precisam ser colecionadas no coração, armazenadas na memória para que sejamos capazes de recordá-las nos tempos difíceis e consigamos renovar a esperança.

Fazer muito mais é trazer novas perspectivas para a vida a partir das tragédias pessoais. Não é somente o desemprego e a falta de dinheiro que atrapalham a vida. A doença, o acidente e até mesmo a morte, podem surpreender e nos deixar sem chão. Ainda que estes problemas machuquem, nos façam chorar, Deus tratará de cada situação e revelará novas perspectivas.

Decisões erradas produzem arrependimento, mas Cristo estabelece pontos de restauração, que permitem a construção de uma nova história, cuja matéria prima está nos cacos da antiga.

Fazer muito mais, na perspectiva divina, é poder contemplar os pequenos milagres do cotidiano. Isto é importante porque às vezes a situação está muito complicada, mas temos a oportunidade de ver Deus atuando em alguns detalhes, que se são prestarmos a devida atenção, passarão despercebidos.

Uma conversa com o amigo, a visão do por do sol, uma viagem ou um passeio. Coisas simples no dia a dia, que vão encher o coração de alegria. Estes são pequenos milagres que acontecem e nos ajudam a caminhar. Quase sempre eles não resolverão todo o problema, mas trarão conforto e consolo para a alma.

Fazer muito mais é não perder a capacidade de sorrir, mesmo sentindo dor. A alegria de que a bíblia fala, é fruto de uma esperança que não está associada à situação presente, mas à fé que tem a certeza de que, independentemente do resultado, tudo vai colaborar para o bem daquele que ama a Deus. Sorrir, ainda que sentindo dor, traz saúde ao coração.

Conclusão

O apóstolo Paulo tinha experiência com as situações difíceis e podia falar com autoridade sobre como o seu relacionamento com Deus produziu a esperança que lhe fortaleceu para superar as crises que ele precisou enfrentar ao longo do seu ministério.

Em II Coríntios 4.8-9 ele define como o poder de Deus opera levando-nos mais além do que podemos imaginar: "Somos atribulados por todos os lados, mas não desanimamos; somos postos em extrema dificuldade, mas não somos vencidos por nenhum obstáculo; somos perseguidos, mas não abandonados; prostrados por terra, mas não aniquilados".

Esta é a essência que da bênção de Deus. Ela não nos retira do mundo nem nos livra dos problemas, mas nos ajuda a vencê-los. Ela nos ajuda a rir, apesar de tudo, porque a nossa alegria está mais adiante, nas mãos do Pai.

Um entendimento que obtive a partir das dificuldades que enfrentei é o seguinte: Por mais demorada que seja uma provação, ela sempre passa. Por mais complicado que seja um problema, ele termina. Quando deixamos a semente da esperança florescer no coração, somos capazes de enfrentar os problemas e chegar ao fim alegres e com saúde.

Precisamos habitar no amor de Deus, trazer as suas promessas para o nível da realidade. É nesta esperança que eu desejo finalizar a mensagem convidando-os para orar e receber a bênção do Senhor.

quarta-feira, junho 29, 2011

ESTAMOS JUNTOS ELIAS

ESTAMOS JUNTOS ELIAS



sexta-feira, maio 13, 2011

Voz Profética

Recebi este e-mail hoje de manhã, do Pastor Henrique, e o achei muito bacana. Resolvi compartilhá-lo.

"Subvertamos o cotidiano com os olhos na eternidade e antecipemos o Reino em nossas vidas!

Não nos enquadremos, mas continuemos amantes da plenitude e aguardemos com militância a consumação do Reino!

Hoje talvez ainda sejamos como loucos, mas um dia quando tudo for diferente e será, então nos chamarão de profetas!

Então diante daquilo considerado impossível os profetas (nós) levantarão as suas plaquinhas: Eu já sabia!

Sabemos pela fé e carregamos o brilho de Jesus em nossos olhos!

Estamos juntos!

Este e-mail não é aleatório, mas é que hoje acordei com uma forte sensação de um mundo novo em meu coração!Viva o Espírito Santo né!

Fraterno abraço

Henrique Vieira".

sábado, maio 07, 2011

UMA PÁSCOA DIFERENTE

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UMA PÁSCOA DIFERENTE

As emoções da ressurreição de Cristo

  1. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus bem de madrugada, quando ainda estava escuro. Ela viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo.
  2. Então saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo que Jesus amava. E disse para eles: “Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram”.
  3. Então Pedro e o outro discípulo saíram e foram ao túmulo.
  4. Os dois corriam juntos. Mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao túmulo.
  5. Inclinando-se, viu os panos de linho no chão, mas não entrou.
  6. Então Pedro, que vinha correndo atrás, chegou também e entrou no túmulo. Viu os panos de linho estendidos no chão,
  7. e o lenço que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. Mas o lenço não estava com os panos de linho no chão; estava enrolado num lugar à parte.
  8. Então o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também. Ele viu e acreditou.
  9. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura que diz: “Ele deve ressuscitar dos mortos”.
  10. Os discípulos, então, voltaram para casa.

João 20.1-10

Introdução

A páscoa é uma cerimônia tradicional para os judeus, onde todos os anos eles recordam as dificuldades da saída do Egito e agradecem a Deus a bênção de livrar-se da escravidão, e de poder sair em busca da terra prometida.

O calendário religioso previa mais uma páscoa sob o domínio romano, mas o ministério de Jesus agitou a mente das pessoas com o anúncio de que ele era o Messias prometido por Deus. Logo, muitos começaram a pensar que ele viera para libertar Israel e restaurar a sua glória diante das nações.

Os religiosos, temendo perder o seu poder, entraram em ação: prenderam Jesus, julgaram-no e o crucificaram, pensando que desta forma, resolveriam o problema e agradariam ao imperador.

O que eles não sabiam, é que aquela seria uma páscoa diferente, onde muitas emoções seriam despertadas e que, o mundo jamais seria o mesmo, depois daquelas festividades.

Vamos falar sobre algumas destas emoções continas no capítulo 20 do evangelho de João:

1. Perplexidade diante do luto.

A morte sempre é uma experiência dolorosa para as pessoas que ficam, principalmente quando ela acontece num contexto de violência política. Roma era conhecida por manter um controle rigoroso em todas regiões que dominava. As rebeliões eram imediatamente sufocadas e a cruz, fazia parte dos piores castigos reservados para os líderes mais contestadores.

Esta perplexidade tinha origem na:

· Dor pela perda de um ente querido.

Durante três anos eles andaram juntos, ouviram a pregação de seu mestre anunciando que o tempo para o estabelecimento do Reino de Deus havia chegado.

O profundo conhecimento das escrituras sagradas trazia todo o embasamento necessário para que as palavras de Jesus causassem um grande impacto naqueles corações sedentos por esperança.

Além dos laços formais do discipulado, uma profunda amizade ligava aquelas almas. O que acontecia com um, era importante para o outro. Durante a longa convivência, eles aprenderam a compartilhar as alegrias e tristezas da vida.

Contemplar os mau tratos sofridos por Jesus e a sua execução naquela cruz, certamente trouxe muita tristeza para sua família e amigos, que não estavam unidos por uma ideologia apenas, mas pela poderosa comunhão do Espírito Santo.

O sentimento de perplexidade também era produzido pelos:

· Sonhos de liberdade frustrados.

Em todas as suas pregações, Jesus deixou bem claro que o seu objetivo não era buscar o destaque pessoal dentro da política vigente no império Romano. Ele fugia dos centros de poder e buscava os vilarejos esquecidos pelo poder público de então e ali curava os doentes e expulsava os demônios.

Seus discursos confrontavam a injustiça, denunciavam a hipocrisia dos religiosos e ensinavam às pessoas mais simples que Deus as amava e queria que elas vivessem dignamente.

Esta abordagem era muito bem recebida pelas camadas populares, mas as autoridades não ficaram nada satisfeitas de saber que um novo rei dos judeus estava andando pelas ruas conquistando o coração das pessoas, falando de seu reino e anunciando que era o Filho de Deus.

Carentes de atenção, a multidão de humildes "...cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor" (Mateus 9.36) passou a depositar sobre Jesus as suas esperanças de libertação e de um futuro melhor. A morte na cruz foi um balde de àgua fria para aqueles que chegaram a crer que os seus olhos, de fato, haviam contemplado o Messias.

A perplexidade também vinha de uma desconfortável situação:

· O desafio de admitir: não deu certo.

Os discípulos apostaram a vida na mensagem de Jesus. Eles abandonaram os seus empregos, e envolveram as suas famílias nesta empreitada de anunciar a chegada do Reino de Deus.

De repente, eles são expostos às evidências de que tudo deu errado, e que agora eles teriam que retomar à sua rotina antiga para sobreviver e sustentar os seus dependentes.

O que eles iriam dizer aos parentes? Com que cara chegariam diante do seu ex patrão para pedir para serem readmitidos? Seria muito difícil encarar o olhar de reprovação e deboche daqueles que só estavam esperando o momento certo para dizer: viu, eu não falei que não daria certo?

Além das dificuldades já mencionadas, havia o agravante de que todos os discípulos de Cristo estavam sob a vigilância atenta dos soldados romanos e das autoridades religiosas de Israel. Qualquer passo em falso, ou palavra mal interpretada, poderia lhes custar a vida também.

O dia seguinte após a crucificação deve ter sido muito duro para aqueles homens e mulheres que amaram e seguiram a Jesus. As palavras dos discípulos no camino de Emaús capturam a tristeza que se abatera sobre eles: “Nós esperávamos que fosse ele o libertador de Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias que tudo isso aconteceu!” Lucas 24.21.

Mas uma nova emoção viria ocupar o coração daqueles homens e mulheres:

2. Surpresa ao ver o túmulo vazio.

A morte é um evento que intervém de forma agressiva na rotina humana. Diante dela as agendas são canceladas, as urgências perdem o sentido e as histórias pessoais chegam a um ponto final. A morte é irreversível.

Mas aquela páscoa, definitivamente, não seria como as outras:

· Algo muito diferente aconteceu.

De acordo com o ritual judaico, após ser retirado da cruz, o corpo de Cristo deveria ser tratado com perfumes e embalsamado. Mas como se aproximava o sábado, e durante as celebrações do shabat é proibido tocar em mortos, as mulheres deixaram para cuidar disso na madrugada de domingo.

Imagine qual não foi a surpresa daquelas mulheres ao ver que a pedra do túmulo havia sido removida? A conclusão mais óbvia, foi relatada por Maria Madalena, ao encontrar-se com os dois discípulos: “Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram”. João 20.2

Para evitar um problema como este, os romanos colocaram dois soldados para guardar a entrada da sepultura, mas o texto bíblico informa que:

"De repente houve um grande tremor de terra: o anjo do Senhor desceu do céu e, aproximando-se, retirou a pedra, e sentou-se nela. Sua aparência era como a de um relâmpago, e suas vestes eram brancas como a neve. Os guardas tremeram de medo diante do anjo, e ficaram como mortos". Mateus 28.2-4

O poder humano sucumbiu diante do poder divino. A profecia se cumpriu: Cristo venceu a morte.

Agora ele iria contar esta boa notícia aos seus amados seguidores:

· Dificuldade para assimilar os fatos daquela manhã.

Imagine a situação dos discípulos: eles estavam assustados com a repercusão dos fatos daquela semana. Trancados dentro de casa, esperavam a poeira baixar para poder voltar a caminhar pelas ruas sem despertar a atenção dos vizinhos e, principalmente, dos soldados.

De repente, uma notícia chegou para agitar aquela manhã sonolenta:

“(...) algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo, e não encontraram o corpo de Jesus. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos, e estes afirmaram que Jesus está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo, e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas ninguém viu Jesus.” Lucas 24.22-24

A dinâmica da ressurreição é algo que escapa de capacidade de entendimento humana. Deve ser por isso que, os discípulos tiveram dificuldade para reconhecer a Jesus Cristo, nos primeiros contatos:

"Depois de dizer isso, Maria virou-se e viu Jesus de pé; mas não sabia que era Jesus". João 20.14

"Quando amanheceu, Jesus estava na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus". João 21.4

"Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou, e começou a caminhar com eles. Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram". Lucas 24.15-16

Tomé também teve dificuldade para acreditar e foi sincero ao manifestar o seu pensamento:

"Os outros discípulos disseram para ele: “Nós vimos o Senhor.” Tomé disse: “Se eu não vir a marca dos pregos nas mãos de Jesus, se eu não colocar o meu dedo na marca dos pregos, e se eu não colocar a minha mão no lado dele, eu não acreditarei.” João 20.25

Mas o evangelista reconhece o motivo de tanta surpresa:

· Eles não entenderam direito que Jesus disse.

A ressurreição nunca foi segredo. Em várias passagens Jesus fala que o resultado de seu ministério seria a morte. Ele ainda foi bem preciso, ao informar que, no terceiro dia, iria ressuscitar.

Semelhantemente aos sacerdotes, os discípulos não captaram detalhes importantes da missão de Jesus aqui na terra. Os religiosos não conseguiram estender como Jesus, filho de José e Maria, natural do insignificante vilarejo de Nazaré, poderia ser o Messias, o Ungido, o filho de Deus encarnado na figura humana. Os discípulos não alcançaram o poder de seu mestre para entregar a sua vida e tomá-la de volta.

"O Pai me ama, porque eu dou a minha vida para retomá-la de novo. Ninguém tira a minha vida; eu a dou livremente. Tenho poder de dar a vida e tenho poder de retomá-la. Esse é o mandamento que recebi do meu Pai.” João 10.17-18

Precisamos estar sempre com o coração aberto, pois a manifestação divina supera os interditos humanos. Quem poderia dizer, ao ver o corpo de Jesus sendo retirado, sem vida, da cruz, que história da igreja na terra estava apenas começando? Deus nos surpreende e deseja levar a sua igreja sempre mais além daquilo que ela pode imaginar. Efésios 3.20

Ao perceber que Jesus estava vivo, uma nova emoção echeu o coração dos discípulos:

3. Alegria de testemunhar a Ressurreição.

A conquista da ressurreição, foi quebrar a irreversibiidade da morte. A partir da páscoa, ela deixou de ser a grande vilã da existência humana, conforme atestou o apóstolo Paulo em I coríntios 15.54-55: “A morte foi engolida pela vitória. Morte, onde está a sua vitória? Morte, onde está o seu ferrão?”

Jesus inaugurou um novo tempo:

· A vitória sobre a morte faz renascer a esperança.

O golpe, aparentemente fatal, sofrido na sexta feira perdeu toda a sua força naquela madrugada de domingo, quando o filho de Deus retomou a sua vida, que ele havia entregado na cruz, pelos nossos pecados.

Ao derrotar o poder da morte, Jesus abriu o caminho para a esperança da redenção humana, que alimenta a nossa fé. A partir de agora, o pecado não tem mais o poder de ditar as regras do jogo.

A graça divina abriu as portas do Reino dos Céus a todos os recebem Jesus em seus corações. No meio das trevas absolutas, uma luz se acendeu para iluminar o caminho de volta aos braços do Pai

E quando a esperança alimenta a alma:

· Nova vida, novos sonhos são possíveis

A partir do momento em que, justificados pela graça, reatamos o nosso relacionamento com Deus, o passado deixa de ser um obstáculo para se transformar numa oportunidade para escrever uma nova história.

A vida dos que contemplaram a ressurreição de Jesus foi radicalmente transformada. Aqueles discípulos assustados, trancados em casa, não se pareciam em nada com os apóstolos destemidos que assumiram a liderança da pregação do evangelho, que alcançou todo o mundo conhecido e chegou até nós, pelo poder do Espírito Santo.

Em Cristo somos novas criaturas e esta nova vida estabelece novos padrões, onde as prioridades do Reino de Deus se tornam as nossas prioridades também. "Se alguém está em Cristo, é nova criatura. As coisas antigas passaram; eis que uma realidade nova apareceu". 2 Coríntios 5.17

Todas estas emoções convergem para uma certeza:

· É possível confiar em Deus.

A grande alegria dos discípulos foi descobrir que, apesar de todas as dúvidas e inquietações, que se abateram sobre eles durante este processo, eles podiam confiar em Jesus.

Ele cumpriu tudo o que prometeu. Disse que não iria abandoná-los, "Eu não deixarei vocês órfãos, mas voltarei para vocês". João 14.18, que a sua morte não seria o fim de tudo e que a sua ressurreição aconteceria, mesmo contra todas as previsões.

No meio das incertezas da vida é reconfortante saber que é possível confiar em Deus.

Conclusão

O luto pela perda, a surpresa pelo túmulo vazio, foram substituídos pela alegria de poder, olhar, tocar e conversar com o Jesus resuscitado.

A páscoa nos traz a mensagem de que, em Cristo é possível ter esperança, sonhar com um mundo melhor, com uma vida melhor, porque ele está conosco e não nos abandonará, por mais dura que seja a dificuldade que venhamos a experimentar.

A páscoa Judaica celebrava a passagem da escravidão no Egito, para a liberdade na Terra prometida e a páscoa cristã, da mesma forma, celebra a passagem da escravidão do Pecado, para a Liberdade de um novo relacionamento com Deus.

Ainda que o mundo parecesse o mesmo, depois de receber a notícia da ressurreição de Cristo, a vida dos discípulos estava definitivamente mudada para melhor. E esta transformação, que devemos buscar, para fazer diferença neste mundo, tão necessitado de conhecer o evangelho.

REFERÊNCIAS

BÍBLIA SAGRADA – Edição Pastoral – Tradução Ivo Storniolo, Euclides Martins Balancin – Paulus – SP – 1991

YANCEY, Philip. O Jesus que Eu Nunca Conheci – Traduzido por Yolanda M Krievin – Editora Vida – 2002 – São Paulo – SP

sábado, janeiro 15, 2011

Igreja, Lugar de Relacionamento - MP3

quinta-feira, janeiro 13, 2011

IGREJA, LUGAR DE RELACIONAMENTO - Video

Mensagem Pregada na I.B. do Caminho no dia 09/01/2011
Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4

quarta-feira, dezembro 01, 2010

UMA REFLEXÃO – Pr. Henrique Vieira

UMA REFLEXÃO

Pr. Henrique Vieira

As cenas que assistimos no Rio de Janeiro nestes últimos dias nos entristecem, nos amedrontam e movem nossas emoções. Uma mescla de medo, de pânico, de indignação, de revolta, de raiva, de desespero, de sede por justiça ou por vingança. Tenho procurado refletir bastante, atentar a tudo, orar e ouvir a fim de fugir de sensacionalismos, de opiniões irrefletidas e apenas pautadas na força de uma emoção.

O momento é de crise e de pressão e isto leva a necessidade de uma resposta rápida e eficiente do Estado a fim de controlar, contornar e reagir à situação. Ver pessoas não sendo mais dominadas pelos agentes do tráfico nas favelas de fato traz alívio. Todos sabem das atrocidades ali cometidas e o quanto o povo da favela sofre com esta criminalidade. Contudo a questão é muito mais complexa e não se resolve com a ocupação da polícia no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro. O sensacionalismo midiático, especialmente global, é intencionalmente alienante.

A idéia de guerra me incomoda, embora as cenas apontem para tal realidade. A fraude midiática, como aponta Marcelo Freixo, nos faz acreditar que existe uma polaridade muito bem definida entre os marginais e o Estado e que a atual ação policial se assemelha ao chamado Dia D da Segunda Guerra Mundial. Um discurso bélico, retro alimentador da violência e que não compreende as causas multidimensionais do problema da insegurança no Rio e no Brasil.

O tráfico de drogas e de armas é internacional e altamente lucrativo e articulado e de forma alguma se restringe, se resume ou se que quer tem sua verdadeira liderança nas favelas do Rio. Ali está o varejo, a mão de obra farta e barata. Quero deixar bem claro que o dedo que aperta o gatilho de uma arma em uma favela deve ser enfrentado (é importante dizer isso em função da visão preconceituosa e forjada midiaticamente que muitas pessoas têm a respeito dos militantes dos direitos humanos), mas que o dedo que conta o dinheiro e contabiliza o lucro de todo este caos também deve ser enfrentado.

O discurso de guerra apontado pela mídia e abraçado com paixão por muitos reduz a questão e mais uma vez restringe a criminalidade ao espaço da pobreza. O que se é esperado são respostas rápidas, enérgicas, eficientes e vamos todos torcendo pelo Estado Puro, isento de corrupção e fraudes, representação máxima da pureza e do bem comum contra os maldosos e malvados. São atitudes meramente sensacionalistas que impedem que a segurança pública seja pensada de forma multidimensional e preventiva, não meramente reativa como afirma Luís Eduardo Soares.

Talvez seja preciso formular melhor as perguntas. Como, quem, onde e em que circunstâncias as armas e as drogas chegam ao Rio? Como apontou Marcelo Freixo “é preciso patrulhar a baía de Guanabara; portos, fronteiras, aeroportos clandestinos. O lucrativo negócio das armas e das drogas é máfia internacional. Ingenuidade acreditar que confrontos armados nas favelas podem acabar com o crime organizado. Ter a polícia que mais mata e mais morre no mundo não resolve”.

Também é preciso com humildade, autocrítica e vontade política reconhecer que o crime que está sendo atacado não é paralelo ao Estado, mas infiltrado em suas próprias estruturas. Mas nesta hora nos esquecemos totalmente disso.

É preciso reconhecer que apesar dos muitos policiais honestos, íntegros, corretos e bem intencionados que arriscam suas vidas por um salário indigno e que trabalham em péssimas condições, a corrupção e o sistema da criminalidade passa pela policia.

Além dos arregos, da negociação de armas e de drogas ainda se tem as milícias, que inclusive são muito melhor organizadas e mais rentáveis economicamente do que o próprio tráfico “não institucional”. Isto porque as milícias não tiram seu lucro apenas das drogas, mas abrangem serviço de transporte, de gás, de televisão e muitos outros. Tudo dentro de uma lógica coercitiva, dominadora, cruel e que basicamente o indivíduo paga para não ser morto e ser protegido justamente por quem ameaça lhe matar.

Como afirmou Luis Eduardo Soares “ distinguir de fato crime e polícia deveria ser a meta mais importante e urgente de qualquer política de segurança digna desse nome”. Segundo ele não há nenhuma modalidade importante de ação criminal no Rio de Janeiro de que segmentos policiais corruptos estejam ausentes e é só por isso que ainda existe tráfico armado e milícias.

Outra lógica um tanto quanto esquisita e até um pouco engraçada é aquela do “está ruim porque está bom”. Ela aponta que por causa das UPPs o tráfico está reagindo e por esse momento de desespero e de pânico. Em primeiro lugar o modelo de tráfico teritorializado, dependente de aramas e drogas já vem em decadência e perdendo espaço para outras formas de criminalidade faz algum tempo. Como afirma Luis Eduardo Soares “ o tráfico no modelo em que se firmou no Rio de Janeiro, é uma realidade em franco declínio e tende a se eclipsar por sua própria irracionalidade econômica e sua incompatibilidade com as dinâmicas políticas e sociais, predominantes me nosso tempo histórico. Incapaz inclusive de competir com as milícias...”

Em segundo lugar o Estado deveria prever e se antecipar a esse tipo de reação, já que é óbvio e tão óbvio que é o que está acontecendo. Em terceiro lugar o mapa da instalação das UPPs é muito revelador. Isto porque apesar dos maiores índices de criminalidade se situarem na Baixada Fluminense as UPPs estão sendo implementadas no corredor hoteleiro do Rio e na zona portuária, onde há grandes somas de investimento de capital.

E ainda se pode dizer que apesar do avanço de uma lógica policial mais comunitária respeitando a cidadania e a dignidade dos moradores das favelas as UPPs não trazem consigo creches, escolas, postos de saúde, distribuição de renda e acesso a outros tantos direitos. Está aí um ponto fundamental escondido atrás do discurso vitorioso de guerra. Uma política de Segurança Pública deve passar pela garantia de direitos básicos aos moradores das favelas.

As reformas neoliberais da década de 90 que tanto beneficiaram o mercado financeiro, os credores internacionais , os banqueiros, os grandes empresários causaram uma deterioração ainda maior nos serviços públicos, um sucateamento ainda maior do setor público, uma ineficiência acentuada do Estado em dar garantias sociais, um aumento da concentração de renda e da desigualdade social.

É o Estado mínimo do mercado livre na área econômica, mas que é Estado máximo da área penal para a população mais pobre. Boa parte desta gente moradora de favelas não conhece a dinâmica do direito que elas têm, pois o aparato do Estado que elas mais conhecem é sua veia penal, punitiva e repressora.

Percebe-se uma lógica de acentuação da pobreza e depois de criminalização da mesma, um Estado Mínimo na sua lógica econômica e financeira e na garantia de direitos, contudo máximo no seu aparato penal, especialmente voltado para os mais pobres.

Confesso que estou vivendo uma mescla de sentimentos. Oro e torço para que haja a preservação da vida e para que aquelas comunidades possam viver agora em paz longe de todas e quaisquer atrocidades, mas fico muito assustado com o discurso dominante que inflama tantas paixões.

Historicamente foi o discurso do medo que legitimou governos autoritários e ditatoriais. Reconheço que a dinâmica é diferente, mas apenas guardo esta reflexão e fico atento. Também me chama atenção a preocupação que agora aparece com os moradores da favela e que bom que pelo menos apareceu agora e espero que continue. Porque me parece que foi preciso o terror descer para o asfalto e desorganizar a vida aqui em baixo para haver uma comoção enorme e exigência de uma resposta eficiente.

Imaginem viver no pânico todos os dias!n Caminhando para o fim cabe lembrar que 99,5% dos moradores das favelas são trabalhadores reféns deste tráfico cuja estrutura transcende aquele espaço. Ali mesmo não há nenhum rime organizado, ali a linguagem é a da barbárie e não há nenhuma expectativa de vida para os que entram nessa vida.

Defender direitos humanos é uma caminhada árdua porque muitas vezes se ouve comentários altamente preconceituosos, mas faz parte da caminhada. Aceito e desejo diálogos que possam contribuir com a formação e a reformulação dos meus pontos de vista.

Que a súplica do nosso coração e dos nossos lábios seja: “corra justiça como um rio perene” (Profeta Amós).

sábado, setembro 04, 2010

UM REINO DE JUSTIÇA - 29/08/2010


quinta-feira, agosto 26, 2010

Sede de Deus - Pr. Henrique Vieira


Sede de Deus - Pr. Henrique Vieira - Parte 1



Sede de Deus - Pr. Henrique Vieira - Parte 2



Sede de Deus - Pr. Henrique Vieira - Parte 3



Sede de Deus - Pr. Henrique Vieira - Parte 4

quinta-feira, agosto 12, 2010

O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira

O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 1)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 2)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 3)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 4)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 5)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 6)



O Desafio de ser Igreja - Pr Henrique Vieira (Parte 7)

quarta-feira, agosto 11, 2010

RESGATANDO A RADICALIDADE CRISTÃ - Henrique Vieira

RESGATANDO A RADICALIDADE CRISTÃ

Henrique Vieira

É muito triste quando as realidades lamentáveis que assolam o povo não mais nos comovem ou despertam nossa compaixão. É sinal de desumanidade quando em nosso coração não cabem mais as dores do mundo. É decepcionante quando nossa fé é meramente utilitarista e voltada exclusivamente para nossos interesses. É frustrante quando nossa experiência com Deus nos torna alienados e despreocupados com o mundo. É contraditório nós esperarmos o novo mundo e não nos engajarmos na luta de um mundo novo.

Vivemos em uma sociedade frenética, globalizada, interativa e com um fluxo enorme de informações variadas. Pensamos sobre tudo e refletimos sobre nada. Estamos inseridos em um tempo de profunda competitividade que acentua não a individualidade, mas o individualismo. Enquadramo-nos em uma lógica que desvaloriza o bem comum, desacredita dos projetos coletivos e reduz a percepção do outro. Ficamos facilmente egoístas e insensíveis, pelo menos em termos práticos. Cada vez mais absurdos tais como: violência, preconceito, intolerância, fome, miséria, falta de habitação e de direitos, destruição do meio ambiente e da biodiversidade não mais nos chamam atenção. Há um infeliz processo de naturalização do absurdo e conformismo com o caos. Então surge uma pergunta: que diferença faz nossa fé em Jesus?

Creio que inspirados pela vida de Jesus somos convidados a um profundo lamento diante de toda realidade que mortifica a vida. Creio que inspirados pela vida de Jesus nosso coração acolhe os sentimentos, pensamentos e sonhos de Deus. Tornamo-nos mais vivos e apaixonados pela vida, mais intensos e desapegados, mais desprendidos e despojados; mais conscientes e ao mesmo tempo esperançosos.

Jesus amou em palavras e atitudes. Quebrou preconceitos, acolheu os excluídos, denunciou as estruturas de exploração, dividiu o pão, democratizou o banquete, levantou a voz contra os opressores, ensinou a viver com humildade, deu atenção aos solitários, prestou atenção na natureza (aves do céu e lírios do campo) amou os inimigos, não abandonou os amigos, não se rendeu a fama, semeou paz, abominou o amor ao dinheiro, espalhou esperança, enfim, fez o futuro Reino de Deus se tornar presente em sua própria vida.

Este é o nosso parâmetro, o autor e o alvo da nossa fé, o motivo das nossas canções e a razão da nossa vida. Então somos desafiados a dar continuidade à lógica da vida de Jesus em nossas vidas e para isso contamos com a própria presença de Deus em nós. Não nos rendamos aos encantos desencantados deste mundo e que nosso parâmetro de sucesso e realização emane da vida de Jesus. Isso nos colocará inadequados ao mundo e vai requerer de nós comprometimento e convicção. Mas precisamos resgatar a radicalidade graciosa da experiência cristã. Que Deus nos fale e nos encha de amor. Vamos olhar para vida de Jesus e ter coragem!

segunda-feira, agosto 09, 2010

PEQUENA LUZ - As crianças do Caminho

sábado, julho 17, 2010

CAMINHO - Daniel Cahon



Ficha técnica:

Produção Musical e Arranjos: Daniel Cahon
Mixagem e Masterização: Daniel Cahon
Bateria: Di Stéffano
Contrabaixo e Violão: Daniel Cahon
Flauta Transversa: Milher Moraes
Guitarras: Cilênio Peres
Percussão: Danilo Torres, Felipe Mercandelli e Julia Ramalho
Pianos: Hélio Júnior
Sax Tenor: AC
Trombone: Téo Marco
Trompete: Luther Garcia
Voz: Júlia Silveira

Voz e Violão - Daniel Cahon



Ficha técnica:

Produção Musical e Arranjos: Daniel Cahon
Mixagem e Masterização: Daniel Cahon
Bateria: Di Stéffano
Contrabaixo e Violão: Daniel Cahon
Flauta Transversa: Milher Moraes
Guitarras: Cilênio Peres
Percussão: Danilo Torres, Felipe Mercandelli e Julia Ramalho
Pianos: Hélio Júnior
Sax Tenor: AC
Trombone: Téo Marco
Trompete: Luther Garcia
Voz: Júlia Silveira

A Oração das Orações - Henrique Vieira (1)

A Oração das Orações - Henrique Vieira (2)

Acordo (Stenio Marcius) - Por Gidel Costa

sábado, abril 17, 2010

VAMOS TOCAR?

Clique na imagem para ampliar

Na proxima edição do evento "Arte Jovem Brasileira" tocarei meu show "Vamos Tocar?" e a cantora Júlia Silveira a pré-estréia do show "Caminho".

Eu, que farei o primeiro show da noite, serei acompanhado por Cilênio Peres (guitarra), Danilo Torres (percussão), Felipe Mercandelli (percussão), Leonardo Leite (bateria), Luther Garcia (trompete) e Werner Driesen (piano). O show terá grandes participações de AC Jazz, Alexandre Sabino, Ayres d'Athayde, Bruno Marques, Ludi Um, Luiz Méliga, Marcelo Buddy, Mauro Costa Junior, Nestor Lessa, Sérgio Chiavazzoli, Paulinho Guitarra, Raul Menezes, Taísa Mannon e Victor Strattner.

Logo após será a vez de Júlia Silveira que será acompanhada por Bruno Marques (sax e flauta), Cilênio Peres (guitarra), Daniel Cahon (contrabaixo), Danilo Torres (percussão), Felipe Mercandelli (percussão) e Leonardo Leite (bateria). O show terá participações de Luther Garcia, Marcelo Buddy, Mauro Costa Junior e Werner Driesen.

Data: 19/04/2010
Horário: a partir das 20:00
Ingresso: R$ 1,99
Local: Arte Jovem Brasileira - Espaço Convés - Rua Cel Tamarindo, 137 - Gragoatá - Niterói - RJ

sábado, janeiro 02, 2010

I.B. CAMINHO - Retrospectiva 2009